Você sabe o que é Machine to Machine (M2M) e Internet das Coisas (IoT)?

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Você já deve ter ouvido falar por aí de Machine to Machine, o famoso M2M e, também, sobre a Internet das Coisas, conhecida pela sigla IoT.

Mas já parou para pensar de fato o que são e para quem servem?

A gente te explica! Para facilitar, pense na seguinte situação prática:

O carro do João tem um rastreador veicular instalado. Esse dispositivo se comunica com um servidor por meio do envio de dados. O servidor faz a análise da localização do carro do João. Ele sabe, por exemplo, que o João parou na padaria que fica a 5 quadras da casa dele.

Com essa informação, ele interpreta que João está quase chegando em casa e já antecipa algumas tarefas: acende a luz do jardim porque a noite já caiu, aciona o ar condicionado da casa e as luzes internas e até envia uma mensagem para a esposa do João informando que ele está quase chegando.

Neste exemplo simples, você pode enxergar a tecnologia que temos disponível hoje e que conecta vários dispositivos simultaneamente. E vai além: nessa história do João, estão presentes tanto o M2M quanto a Internet das Coisas.

Veja as diferenças entre as tecnologias e como elas se complementam

O que é Machine to Machine (M2M)?

O M2M (Machine-to-Machine) ou Máquina-a-Máquina faz a comunicação entre dispositivos através da internet.

Como o nome já explicita, as máquinas usam a rede para se comunicarem remotamente sem necessariamente a participação humana. Essa comunicação pode ter vários focos diferentes, ou seja, é possível interligar sistemas e dispositivos remotamente de várias naturezas: soluções de segurança, rastreamento, monitoramento, telemetria, telecomando, transações financeiras, health care, entre outros.

Este tipo de conexão é oferecido através de chips de dados, geralmente com pacotes pequenos se compararmos aos pacotes de internet de uso tradicional. A Porto Seguro Conecta, por exemplo, oferece pacotes individuais de 2MB ou 4MB de transferência mensal (saiba mais aqui).

Os pacotes são menores porque a quantidade de informações trocadas entre máquinas também é mais simplificada.

A essa altura do campeonato, você já deve ter percebido que no exemplo do João que contamos ali no começo, o M2M se refere à tecnologia utilizada no aparelho de rastreamento veicular.

E é aqui que a gente fecha toda a costura dessa história. Os pacotes de dados do M2M são menores porque nesse caso do rastreamento veicular, por exemplo, o dispositivo do carro envia pela internet apenas o código de latitude e longitude. Não é necessário enviar o endereço completo com nome de rua, número, CEP etc. Isso gera mais economia de dados e a central de monitoramento consegue localizar o veículo com essa informação.

O que é Internet das Coisas (IoT)?

Agora que o M2M foi esclarecido, podemos seguir para a explicação sobre a Internet das Coisas, que parte do mesmo princípio, mas tem um escopo maior e engloba o M2M.

Isso quer dizer que os dois caminham juntos e são complementares. Vamos voltar ao exemplo do João. Se naquela história o M2M se referia ao rastreamento veicular, todo o resto das conexões têm a ver com a Internet das Coisas.

A IoT faz uso de dispositivos inteligentes que se conectam e interagem para criar uma rede integrada de monitoramento, onde todos os dados são cruzados e estão à disposição de um gestor tecnológico. É por isso que a partir do envio da localização do veículo do João, os dispositivos da sua casa puderam entrar em ação e desempenhar suas tarefas.

Os especialistas dizem que quanto mais as conexões M2M se consolidarem, mais dados estarão disponíveis para que as decisões tomadas pela Internet das Coisas agreguem mais valor para o uso cotidiano.

Outras aplicações

Além desse exemplo simples que contamos do carro e da casa do João, também existem muitas outras aplicações complexas dessas tecnologias que devem crescer cada dia mais.

Veja alguns exemplos promissores que irão cada vez mais aprimorar as experiências de usuários e até revolucionar mercados:

  • Medicina: promover a conectividade de aparelhos médicos e hospitalares. É uma forma de integrar os sistemas para disponibilizar dados para os médicos em tempo real ou até mesmo para os médicos conseguirem monitorar e acompanhar pacientes à distância;
  • Financeiro: as chamadas Fintechs, startups que oferecem soluções financeiras usando a tecnologia, já investem em meios de pagamento móveis com soluções que integram carteiras eletrônicas.
  • Telemetria veicular: é uma forma que as seguradoras podem encontrar para analisar o perfil do motorista e fazer uma cobrança de seguro baseado no uso

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