Conheça a origem e a evolução dos chips de celular

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Você já deve ter passado pela experiência de comprar um aparelho novo e, na hora mais divertida, a de usá-lo pela primeira vez, você descobre que o seu chip não serve no novo smartphone. É aí que você se pergunta: por que existem diferenças entre os chips?

Nos primórdios, os aparelhos não possuíam um chip de identificação, o que facilitava a clonagem e dificultava o controle das chamadas por parte das operadoras. Neste momento, o mercado percebeu que somente utilizando um cartão pessoal seria possível inibir os problemas de identificação de usuário. Foi criado, então, o SIM, que em português significa Módulo de Identidade de Usuário.

Os primeiros SIM Cards eram muito grandes, nas dimensões de um cartão de crédito, para se ter uma ideia. A evolução dos aparelhos passava pela dimensão de seus componentes, por isso um segundo padrão foi criado, o mini SIM ou 2FF.

Esse novo modelo era muito menor que o primeiro, mas como havia uma transição entre os dois modelos, o cartão, ainda nas dimensões anteriores, possuía uma parte destacável em seu corpo para que fosse possível retirar o chip menor se seu aparelho fosse compatível com o novo padrão.

O padrão micro SIM ou 3FF segue a mesma tendência. Quando a Apple estava projetando o iPhone 4, procurou diminuir o tamanho do chip para que ganhasse em espaço interno do dispositivo. O resultado foi uma correria por parte das operadoras para se adaptarem ao novo formato, já que ele ainda não havia sido lançado no mercado, globalmente.

O nano SIM ou 4FF é o mais recente dos padrões de cartão e possui uma dimensão diminuta em relação aos demais. Seu tamanho é de 12,3 mm por 8,8 mm. Apenas os aparelhos mais atuais e de alguns fabricantes utilizam esse formato.

Além da mudança no tamanho, com o passar dos anos a voltagem aceita pelos chips para funcionar também mudou. Por isso, se você tentar usar um SIM Card de 1991 em um aparelho atual, apenas cortando-o para caber em seu aparelho, saiba que você não terá sucesso. A mudança tem relação com economia de bateria e custo no processo de produção.

O espaço de armazenagem também sofreu alterações com o passar dos anos. De 8 Kb em sua primeira versão para 128 Kb para as versões mais atuais.

Futuro

Se você acha que as coisas chegaram em seu patamar mais evoluído, esqueça. Saiba que duas das maiores empresas do mercado, Apple e Samsung, estão mergulhadas no conceito de um e-SIM.

Ao extinguir o chip, o celular ganharia mais espaço interno, permitindo que novos aparelhos sejam cada vez mais finos. Além disso, poderia significar o fim de aparelho Dual Chip, isso porque muito provavelmente o aparelho seria atrelado a uma única rede de telefonia.

A dúvida que fica depois de passar pela história do chip de celular é quais serão os próximos passos. Não tenha dúvidas de que em um futuro muito próximo teremos smartphones com essa resposta. 😉

 

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